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O QUE SERÁ (ABERTURA) Chico Buarque (Brazil) - 1976 E todos os meu nervos estão a rogar E todos os meus órgãos estão a clamar E uma aflição medonha me faz implorar O que não tem vergonha, nem nunca terá O que não tem governo, nem nunca terá O que não tem ljuízo O que será que lhe dá O que será meu nego, será que lhe dá Quando não lhe dá sossego, será que lhe dá Será que o meu chamego quer me judiar Será que isso são horas dele vadiar Será que passa fora o resto da dia Será que foi-se embora em má companhia Será que essa criança quer me agoniar Será que não se cansa de desafiar O que não tem descanso, nem nunca terá O que não tem cansaço, nem nunca terá O que não tem limite O que será que será Que dá dentro da gente e que não devia Que desacata a gente, que é revelia Que é feito uma aguardente que não sacia Que é feito estar doente de um folia Que nem dez mandamentos vão conciliar Nem todos os unguentos vão aliviar Nem todos os quebrantos, toda alquimia Que nem todos os santos, será que será O que não tem governo, nem nunca terá O que não tem vergonha, nem nunca terá O que não tem juízo

    


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